Quarta-feira, Abril 01, 2009
Segunda-feira, Março 02, 2009
Indefinido ou mais obvio que nunca.
Uma tal sensação, é algo que nos move, nos consegue pôr alerta ou conseguir fazer das emoções algo intenso como nunca.
Que une, cria laços eternos, intimidade e cumplicidade e define os limites ou não dos sentimentos em nós guardados e nunca explorados.
Que se julga ou defende e principalmente que nos segue a todo o momento, ao qual a busca é apenas um passo que só fará sentido quando se encontra.
Falado por todos, mas praticado e compreendido por poucos ao qual falar trará memórias vagas do ter ou não ter, do praticar ou não praticar.
Nasce em nós e nos faz até ter um sentido desta vida, gerido por nós e nos faz ter desilusões certamente, mas por mais dor que crie, nunca se o esquece.
Reprimido em certos momentos, mas logo após o desarme implacável de o ter, nos faz olhar em frente e seguir, com medo ou sem ele, a busca nunca acaba.
Os olhares, o toque sentido, o coração que bate, a química que se expressa numa longa equação, ao qual a multiplicação é o sinal predominante.
Tudo isto... sim, tudo isto e somente por uma pequena palavra de quatro letras proferida e principalmente sentida... o SEXO.
É provável que todos os leitores, terão praticamente pensado na palavra AMOR, mas se dúvidas houver, basta ler de novo o texto.
Se assim ainda estiverem com dúvidas, o mais provável é que por mais que se queira, AMOR e SEXO, serão praticamente a mesma coisa, e ainda, também coisas diferentes.
Se estarei errado, não sei. Esta é a minha visão de tal, ao qual no âmago e na profundidade das nossas mentes, andará ou andarão sempre as duas palavras de "mãos dadas", ao qual por vezes podemos entrar no engano e dar o nome "errado" a tal tão enraizado em nós.
E para terminar... não é por acaso que ter sexo é denominado de "fazer amor", ou no começo de quase todas as relações o amor propriamente não existir, mas sim aquilo que definimos por atracção física, ao qual não é mais do que SEXO.
Confunde-se, separa-se, mas serão sempre indissociáveis.
Um bem haja... aos meus leitores.
Que une, cria laços eternos, intimidade e cumplicidade e define os limites ou não dos sentimentos em nós guardados e nunca explorados.
Que se julga ou defende e principalmente que nos segue a todo o momento, ao qual a busca é apenas um passo que só fará sentido quando se encontra.
Falado por todos, mas praticado e compreendido por poucos ao qual falar trará memórias vagas do ter ou não ter, do praticar ou não praticar.
Nasce em nós e nos faz até ter um sentido desta vida, gerido por nós e nos faz ter desilusões certamente, mas por mais dor que crie, nunca se o esquece.
Reprimido em certos momentos, mas logo após o desarme implacável de o ter, nos faz olhar em frente e seguir, com medo ou sem ele, a busca nunca acaba.
Os olhares, o toque sentido, o coração que bate, a química que se expressa numa longa equação, ao qual a multiplicação é o sinal predominante.
Tudo isto... sim, tudo isto e somente por uma pequena palavra de quatro letras proferida e principalmente sentida... o SEXO.
É provável que todos os leitores, terão praticamente pensado na palavra AMOR, mas se dúvidas houver, basta ler de novo o texto.
Se assim ainda estiverem com dúvidas, o mais provável é que por mais que se queira, AMOR e SEXO, serão praticamente a mesma coisa, e ainda, também coisas diferentes.
Se estarei errado, não sei. Esta é a minha visão de tal, ao qual no âmago e na profundidade das nossas mentes, andará ou andarão sempre as duas palavras de "mãos dadas", ao qual por vezes podemos entrar no engano e dar o nome "errado" a tal tão enraizado em nós.
E para terminar... não é por acaso que ter sexo é denominado de "fazer amor", ou no começo de quase todas as relações o amor propriamente não existir, mas sim aquilo que definimos por atracção física, ao qual não é mais do que SEXO.
Confunde-se, separa-se, mas serão sempre indissociáveis.
Um bem haja... aos meus leitores.
Quarta-feira, Setembro 24, 2008
Incoerências ou simplesmente estupidez.
Caros leitores (2 ou 3 por mês ehehe), há coisas ou expressões que de tanto as ouvirmos, as achamos perfeitamente normais ou sem "defeito de fabrico", mas vamos fazer jus ao nosso apelidado cérebro evoluido e pensar mais um pouco.Ora vejamos, há uma expressão tantas vezes dita em medicina que me intriga muito, que é a tal de alguém que tem um "tumor benigno". Tendo em conta que um tumor fará parte da "família de cancros" ou algo similar, como pode ser benigno!!
A mim não me parece que assim seja, ou este tipo de frases não tem lógica nenhuma, ou então quem tem alguma forma de "tumor benigno" deve dar pulos de felicidade, pois se é "benigno", para que se haverão de preocupar, ou em ultimo caso terem que ser tratados e muitas vezes se recorrer a cirurgia, não vale a pena caro leitor, se for "benigno", viva feliz que isso passa com uns chás e quem sabe umas bolachas a acompanhar. :))
Mas como todos sabemos a frase "tumor benigno" nada ou pouco tem de alegre ou com que nos faça sorrir. Daí dou a sugestão de se mudar a expressão de "tumor benigno", para "tumor não muito maligno"... no mínimo seria mais consistente, não acham?!?
- Outra expressão ainda mais "estranha" e que ainda mais estamos habituados, é a famosa expressão de regozijo ao falarmos dos carros e dizer que têm "tecto de abrir".
Lá está... "tecto de abrir" será algo que só abre e nunca fecha?!? Ou numa questão de "marketing apressado" se esqueceram de mencionar a parte do "fechar" também. Ou seja... "tecto de abrir e fechar". ehehe Se assim não for e simplesmente não se mudar esta frase pois ficaria muito grande, e poderia mudar preconceitos automobilísticos, então para que não haja mais duvidas se o "dito tecto" abre e fecha, o melhor será mudar a expressão mais generalista de que os carros têm uma "claraboia no tecto". LOL Pelo menos é do conhecimento geral que as claraboias abrem e fecham quando necessário. :)))
Bem... para finalizar, é para dizer que a "critica" aqui exposta, se reporta apenas as expressões em si, e não no caso especifico a eu ser "expert" em carcionomas ou em acessórios para automóveis. ehehehe
Tenho dito... um bem hajam a todos.
Quinta-feira, Setembro 18, 2008
Segunda-feira, Maio 12, 2008
O poder malvado da mentira.
Mentira constante a cada instante, que mata e que destrói mais a cada dia.Mentira tua que se faz minha na dor... que não explicas mas a tens como normal.
Mentira malvada de respeito despida, de força acrescida em cada omissão.
Mentira guardada que nunca por ti é abandonada... que subjuga a confiança criada.
Mentira até quando ficas? Até quando me matas? Vais ser eterna ou morro para ficares só.
Mentira que se faz verdade em tua vida, mas que na minha deixa marcas no que é a nossa.
Mentira que queres calar ao mundo, calar a mim, mas que tu pareces querer manter.
Mentira... não, não é mentira que tu existes e me fazes sofrer, sem tu quereres sequer saber.
Mentira que as desculpas fugazes não apagam, nem me descansam a mente.
Mentira... ;-((
Sábado, Abril 05, 2008
Kurt Cobain... o meu "eterno".

Tu deste-me a vida ao primeiro acorde, sopro de êxtase intemporal e inebriante. A voz que inflama e penetra a minha mente devota, o meu corpo tremente... um orgasmo cerebral ao qual a cada palavra o prazer se expande ao redor como névoa viciante.
Se viver é sonhar, então tudo faz sentido a cada música, a cada toque no sublime mundo que é o "nirvana".
Não te esqueço e também o não quero, não te peço mais, pois dás-me tudo.
As palavras parecem sem sentido, não... tal como tu, só as compreenderá, quem te sente e compreende como alguém único.
E 14 anos não são nada, comparados com a tua "eternidade".
És intemporal, és genial, és a vida e és de todo o mundo, és tu... Kurt Cobain
Se viver é sonhar, então tudo faz sentido a cada música, a cada toque no sublime mundo que é o "nirvana".
Não te esqueço e também o não quero, não te peço mais, pois dás-me tudo.
As palavras parecem sem sentido, não... tal como tu, só as compreenderá, quem te sente e compreende como alguém único.
E 14 anos não são nada, comparados com a tua "eternidade".
És intemporal, és genial, és a vida e és de todo o mundo, és tu... Kurt Cobain
Quarta-feira, Março 26, 2008
Devo Ouvir-te Rapidamente.

És o escuro do dia e a luz da noite, vens em mim ou nunca foste sequer... trazes contigo o desejo de não te ter por perto, mas não está certo.
Tu vives em mim a cada dia, me retiras um pouco de alegria e me tombas no chão. Vens e estás num tempo incerto, onde eu apenas me alerto com teu abraço.
Ninguém te vê, ninguém te entende simplesmente... porque és apenas minha, sim, só minha para sempre ou sempre me vais querer para ti.
Não choro nem grito, mas vivo aflito contigo. Provo do teu beijo, mas não te desejo e há dias que ficas e outro que te escondes... não me enganes pois sei que virás de novo a mim.
Se vais ficar de vez, então é a minha mente que te teme, o meu corpo que te sente... será que já aprendi a viver a teu par, não sei.
És fugaz e também capaz de mostrar o medo... o medo de dar passos em frente, ter esperança novamente, ou raramente sorrir.
Sim és tu, apenas tu que salienta a minha vida que foi tormenta, tu... a DOR NO MEU CORPO.



